Aquela coisa das Olimpeidas começou mal - com uma espécie de circo das aberrações, logo na abertura – e parece que não pára de ficar pior. Agora é aquilo das gajas do boxe. Uma delas, ao que se diz, não cumprirá todos os requisitos para ser considerada mulher. É nestas alturas que me lembro de uma tirada de um saudoso colega e amigo durante uma acção de formação onde se discutia de forma bastante acessa uma questão que, afinal, se revelou de uma simplicidade de meter dó. Perante uma sala repleta de gente com canudo – excepto ele, eu e mais dois ou três colegas – e que não parava de tentar encontrar soluções para um problema que nem chegava a ser, sentenciou alto e bom som: “Isto é tudo muito simples, os doutores é que complicam”. Nisto de se saber se é homem ou mulher é tudo, igualmente, fácil de resolver. É chamar um especialista da especialidade para lhes meter o dedo no cú. Tem próstata é homem, não tem é mulher. Qual é a dúvida? Ah, e tal, cromossoma não sei quantos para aqui, testosterona para ali. Eh pá, azarinho. Ou sorte, conforme a situação.
Já sabes o que eu penso sobre as "diferenças" e respeito tudo e todos e jamais é uma "moda" porque sim! Desculpa amigo mas é fácil falar quando não somos atingidos porque no melhor pano caí a nódoa!
ResponderEliminarBeijos e um bom fim de semana
Por falar em doutores que complicam sugiro o seguinte post só para que se tenha uma ideia até onde já chegámos a nível de identidade de género e afins
ResponderEliminarhttps://identdegeneroideologiaouciencia.blogs.sapo.pt/a-verdade-sobre-os-cuidados-de-saude-70620
A questão é essa mesmo. A diferença. Quando tratas por igual o que é diferente estás a cometer uma injustiça. É assim em tudo na vida. Seja no desporto, no trabalho ou noutra situação qualquer.
ResponderEliminarBom fim de semana!
Um marmanjo qualquer identificar-se como mulher é lá com ele. Isso não o transforma numa mulher nem me pode obrigar a tratá-lo como uma mulher. Era o que mais faltava. Eu, por exemplo, neste momento identifico-me como sendo um velho funcionário público de setenta anos e a Caixa Geral de Aposentações recusa-se a reconhecer-me como tal.
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ResponderEliminarSó me dá vontade de rir
Beijinhos, Kruzes
Feliz Dominho