A Europa está a ficar um lugar estranho. E perigoso, também. As imagens que nos chegam do Reino Unido são especialmente perturbadoras. Não tanto pela pancadaria, manifestações, protestos de diversos sectores ou violência sobre pessoas e bens. Isso acontece por todo o lado e a toda a hora. O preocupante, neste caso em especifico, é a repressão que está a ser exercida em nome daquilo que resolveram chamar “discurso de ódio”. Alegadamente estarão a ser detidas pessoas que postaram – ou, simplesmente, partilharam – comentários, fotos e até, pasme-se, “memes” em que manifestam o seu desacordo com o comportamento anti-social daqueles que demandaram a Europa para fugir à miséria. Ou, não sejamos anjinhos, com outros fins muito menos lícitos. No entanto – e aí não estranho nada – quando o tal “discurso de ódio” é dirigido aos nativos europeus já não passa nada. Deve ser discurso do bem, esse.
A demografia vai, mais cedo do que tarde, fazer o seu papel e o continente europeu acabará por ficar sob o domínio muçulmano. Começo a pensar que, por este andar, tal ocorrerá ainda no meu tempo de vida. Confesso que, de certa forma, dar-me-ia algum gozo. Nomeadamente poder assistir ao tratamento que os governos constituídos por essa malta irão dar aos grupos de gente esquisita que tanto os apoiam. Lamento, apenas, pelas mulheres. Embora muitas que andam por aí a manifestar-se em defesa dessas causam, estejam mesmo a pedi-las. Depois não se queixem.
https://youtu.be/FvA9odna5dw
ResponderEliminarAcredito que sim, a Europa está a mudar demograficamente e só lamento pelos direitos, outrora conquistados, irão desaparecer lentamente.
ResponderEliminarA ver vamos, sempre a pensar de forma positiva (acho que sou mesmo muito ingénua)
Beijinhos, Kruzes
Feliz Dia
O drama da Europa é ser civilizada e não poder agir ou responder de igual forma, caso contrário não estaremos a ser diferentes daquilo que criticamos.
ResponderEliminarNão sei como dar volta ao problema, sendo certo que já estivemos sob domínio mulçulmano, pensava eu que as quezílias antigas estavam sanadas mas não estão.
Os direitos que nos habituados a considerar como adquiridos vão acabar mais depressa do que supomos. E as principais vitimas serão as mulheres e as minorias. As mesmas que se mostram mais tolerantes como aqueles que os vão tramar, curiosamente...
ResponderEliminarCumprimentos
Se não nos defendermos - enquanto civilização - brevemente deixaremos também de ser civilizados.
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