
Ao que me é dado observar, quase todos os dias chegam novos residentes – temporários ou permanentes – cá ao burgo. Para mim, que ando há anos a lamentar a desertificação desta e das outras terras do interior, é uma situação que encaro com agrado. Vêm para trabalhar e tratar da sua vidinha honestamente, espero. Especialmente naqueles trabalhos que os portugueses finórios não querem fazer ou nos outros para os quais não há mesmo gente em quantidade suficiente. E nada como vir preparado. Nomeadamente com a ferramenta e o colchão. No limite, como dizia o outro, pode até nem ser nada disso. Se calhar, como está agora em voga afirmar, é apenas uma sensação.
Para esses lados ainda há muita gente da cidade que apsta na vida rural e com sucesso. Nem que seja o turismo, o alojamento local.
ResponderEliminarBoas férias
Aqui perto tenho dois igualmete com colchões. Por curiosidade perguntei a razão e simpáticamente responderam que é para proteger o tejadilho com o material que faz mossa!
ResponderEliminarHá muito trabalhinho que os portugueses não querem porque calos!
Beijos e um bom dia
Pois...calos só no rabo, por passarem tanto tempo sentados nas esplanadas a praticar levantamento do copo e lançamento da beata...
ResponderEliminarCumprimentos
Por aqui há muita gente de fora, portugueses e estrangeiros, a comprar casas e, graças aos imigrantes asiáticos, brasileiros e sei lá mais de onde, cada vez mais pessoas a instalarem-se na região. Tano que, por exemplo, arrendar uma casa é quase impossivel.
ResponderEliminarCumprimentos