Calculo que com o agudizar da crise entre Israel e o Irão, a bandeira iraniana passe a incorporar as manifestações promovidas pela esquerda ou pelos promotores das causas da moda, passe o pleonasmo. Faz-me espécie a fixação desta gente por regimes ditatoriais e por países onde os direitos das mulheres e das diversas minorias, que tanto alegam defender, são absolutamente ignorados e, pior, são vitimas de todo o tipo de violência. Está para lá da minha compreensão que feministas, gente que enche a boca de valores de Abril e que passa a vida a ver fascistas em todo o lado enquanto guincha contra os perigos da extrema direita colocar em causa aquilo a que chamam “conquistas civilizacionais” ficar do lado dos palestinianos ou tomar partido pelo Irão defendendo, inclusivamente, o fim de Israel. Ou seja contra um Estado democrático, onde os direitos de todas as pessoas são respeitados e colocando-se do lado de energúmenos que se os apanhassem a jeito lhes fariam a folha. Se bem que provavelmente nem se importariam. Morreriam felizes por saberem que teriam uma morte multicultural. Mas isso é lá com eles. Gostos, por mais estranhos e incompreensíveis que sejam, não os discuto. Dispenso é a pretensa superioridade moral com que se pavoneiam.
"Dispenso é a pretensa superioridade moral com que se pavoneiam." -------------------------- Exacto. E como se não bastasse ainda são capazes(como aconteceu em directo na rádio a semana passada,) de chamarem chalupas ,sem se rirem,aos outros que são opositores às esquerdoidices.
ResponderEliminarClaro é por isso que a Mariana não vai a Gaza!
ResponderEliminarÉ que os gazeteiros botavam-lhe a mão e vinha de lá pejada!
Subscrevo!
ResponderEliminarMas talvez por isso, sejam cada vez menos, mesmo que inversa e proporcionalmente, berrem mais alto.
O meu orçamento não contempla verba para bandeiras.
ResponderEliminarNem para a do Benfica.
Cumprimentos, caro KK.
Um paneleiro ou uma feminista a defender um regime muçulmano é do mais hilariante que há....
ResponderEliminarEnsinavam-lhe por lá as maravilhas do multiculturalismo...
ResponderEliminarEles são poucos mas guincham muito e ainda têm a comunicação social a ampliar a guincharia.
ResponderEliminarSe calhar é melhor ir preparando um rectificativo...
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.
Não tarda muito (por este andar e se não houver uma mudança à séria nesta UE) que não precisem de sair da Europa para isso
ResponderEliminarhttps://24.sapo.pt/atualidade/artigos/alianca-de-mesquitas-quer-concorrer-ao-parlamento-europeu-para-promover-um-islao-justo