




A agricultura da crise tem ficado nos últimos tempos para segundo plano na ordem das prioridades cá de casa. As obras de recuperação da, digamos assim, segunda habitação – apenas do interior, se não a “tragédia” ainda seria maior – têm consumido todo o tempo disponível. Para além de, durante meses, terem inviabilizado a utilização do quintal. Mesmo assim, graças à persistência da minha Maria, uma parte foi cultivada. Depois da ervilhas – que já foram – estão agora as favas a dar as últimas. Seguir-se-ão os alhos, que estão com este excelente aspecto e as cebolas também a prometerem uma boa colheita. Isto para além do básico e tradicional de qualquer quintal digno desse nome. Morangos, salsa, coentros, couves e hortelã. Há ainda uns quantos “projectos” de chuchu. Mas esses vamos ver quem é que os vai comer...
Já dá para umas boas sopas
ResponderEliminarBeijinho, Kruzes
Feliz Dia
Tens uma colheita e peras que maravilha e a tua Maria é que sabe:))
ResponderEliminarTomatada de chuchu é o que eu faço para acompar o frango ou até um bife.
ADOREI !
Beijos e um bom dia
Aqui vai uma proposta: vamos formar uma empresa. Dias & Machado - De manhã não se trabalha e à tarde está fechado.
ResponderEliminarNão há crise que resista.
Cumprimentos, caro KK.
Umas favas com chouriço, sabem que nem ginja.
ResponderEliminarTambém cá por casa, há horta e tudo o que por esta época é costume lançar à terra para entretanto começar a colher. Couve, tomates, alface, ervilhas, favas, cebolas, alho-francês, etc, a juntar às árvores de fruta.
Não sou apreciador de favas. Isto são coisas da minha Maria.
ResponderEliminarCumprimentos
Verdade. Ela é que é a verdadeira especialista da especialidade.
ResponderEliminarCumprimentos
Com uns subsidios do Estado o sucesso era garantido...
ResponderEliminarCumprimentos
Este ano, por cá, a agricultura da crise terá uma dimensão bastante menor. Ao espaço habitual será dado outro destino.
ResponderEliminarCumprimentos