segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

Burgueses execráveis e outros patifes

1 - O cineasta Vasconcelos é dos principais activistas da causa que pretende manter a TAP como sorvedouro do dinheiro dos contribuintes. Não é o único, infelizmente. A ideia, aplicada á transportadora aérea e a inúmeras outras actividades, é apreciada por uma quantidade significativa de portugueses. Haverá alguma relação entre esse apreço e a elevada fuga ao fisco que existe em Portugal?


2 - A probabilidade da futura madre superiora do BE, Mariana Mortágua, vir a ocupar um lugar ministerial no governo que resultará das próximas legislativas, não parece constar das preocupações das generalidade dos portugueses. Cada um sabe de si e lá saberá as suas prioridades em matéria de inquietações. O que não deixa de ser estranho é que, em contrapartida,  afligem-se com o Ventura. Como se ambas as criaturas não fossem igualmente execráveis.  E nem vale a pena fazer comparações com a anterior geringonça. A próxima, liderada por Pedro Nuno Santos, vai ser pior. Muito pior. Os venezuelanos que o digam.


3 - Nos primeiros anos do "Poder local democrático" um presidente de uma câmara aqui da região - comunista como, então, eram quase todos -  terá declarado não estar interessado em que fábricas ou outras unidades fabris - o que hoje se chama investimento - se instalassem no seu concelho. O argumento era simples. Os municipes iriam ganhar melhor, aburguesavam-se e deixavam de votar no PCP. Um visionário, o homem. Como sempre digo, isto está tudo inventado. António Costa e o actual PS não inventaram nada, apenas seguem o mesmo principio. 

6 comentários:

  1. Começando pelo fim: A Bíblia é um inigualável índice de malfeitorias humanas. Até lá vem que não há nada de novo debaixo do sol. Passo a acreditar que os políticos estudaram o livro. Tal como Maquiavel o fez.
    Vamos esperar (sentados) que o pedro nos diga que viu um pajarito a doutorá-lo sobre como conduzir um país em contra-mão.
    O vasco com ciúmes (celos) justificou sempre os atestados (falsos, claro) de que era um adiantado mental.

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  2. Zé Onofre9:21 p.m.

    Boa tarde
    "Ah,José, José, Nunca perdoaste ao Espírito Santo." - Dizia S. Pedro no dia da abertura da caça aos Pombos.
    Zé Onofre

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  3. Não sou muito dado às coisas da fé. A minha religião é o Benfica.

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  4. Para mim a Bíblia ou o Corão valem o mesmo que as Páginas Amarelas.

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  5. Zé Onofre8:15 p.m.

    Boa tarde
    Há quem tenha uma crença (Futebol) e dentro da Crença uma Religião (no seu caso o Benfica). É feliz, há quem não tenha religião nenhuma, que é o meu caso.
    Contudo, como certamente 90% dos portugueses fui batizado, fui à doutrina, fiz a Comunhão Particular (1ª comunhão) e a Comunhão Solene e Profissão de Fé. Aos dezasseis anos acabou-se a crença e a religião, mas o interesse pela leitura e pelo estudo comparado das religiões continuaram a ser do meu (relativo) interesse. Aliás, acho que a Bíblia contem um dos mais belos poemas de Amor - "O cântico dos cânticos"
    Isto foi um longo aparte ao que me levou a voltar à conversa.
    Como deve saber, segundo os Cristãos, Maria concebeu a Jesus sendo, e continuando Virgem, através do Espírito Santo (normalmente representado pela Igreja Católica por uma pomba).
    O noivo de Maria era José, o carpinteiro, que teve que levar com o filho de outro e calar.
    Calar, calou, mas a "dor" nunca lhe passou.
    Desta história a anedota «"Ah,José, José, Nunca perdoaste ao Espírito Santo." - Dizia S. Pedro no dia da abertura da caça aos Pombos.»
    Zé Onofre

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