
Que os impostos sobre os combustíveis são muito altos é um facto incontornável. Não há como negá-lo. Bom, a bem dizer até há. Ainda existe um ou outro indigente mental a achar o contrário e a explanar teorias que, acham eles, confirmam a sua opinião. Mas, tirando isso, a indignação é mais que muita e é evidenciada por toda a gente a toda a hora, pelos mais diversos meios e amplificada pela comunicação social que, em relação a esse imposto e apenas a esse, tomou o partido dos contribuintes.
Ora, obviamente partilhando do incomodo que essa carga fiscal provoca, não posso deixar de estranhar que outros impostos não causem idêntica indignação. O IRS, por exemplo. É pior, muito pior, e poucos se importam. Rouba-nos uma parte brutal do vencimento sem que o possamos evitar - ao contrário do ISP e restante tributação sobre os combustíveis, pois podemos sempre andar a pé – e poucos evidenciam o mesmo nível de irritação. Pior. Não falta gente a considerar que, bem vistas as coisas, nem se paga assim tanto. Com esses tontinhos já me cansei de discutir. Se fosse crente pediria ao “Senhor” para os perdoar, pois não sabem o que dizem. Assim, digo como o outro. Continuem a votar PS. É mais ou menos a mesma coisa, só que mais inclusivo.
Ora viva
ResponderEliminarConheço-o do CF
Apareça, se quiser no fugasdomeutinteiro.blogs.sapo.pt
Cumprimentos
Obrigado pela visita e pelo comentário.
ResponderEliminarCumprimentos
A idade avançada poderá ser uma vantagem ou uma desvantagem. Lembro-me de que na décadas de 1970/80/90 o estado arrecadava 2/3 do que o povo pagava nos combustíveis.
ResponderEliminarEra o mesmo cenário e ninguém chiava.
Nessa altura os "descontos" nos vencimentos ainda eram, comparado com hoje, uma coisa de meninos...
ResponderEliminarCumprimentos