
Esta coisa da luta climática, da protecção do planeta, do combate ao desperdício e de outras causas aparentadas faz-me espécie. Percebo que se encerre uma central a carvão e se opte por comprar electricidade produzida noutra central a carvão se esta última estiver lá longe. Também compreendo que o preço dos combustíveis tenha de reflectir o seu impacto no ambiente enquanto, ao mesmo tempo, se admite que uma viagem de avião de Lisboa para outra capital europeia custe quinze ou vinte euros. Mais ou menos o mesmo do que um bilhete de autocarro entre Estremoz e Lisboa. Deve ser porque os “aeroplanos” de agora são muito económicos. Ou desengatam nas descidas, se calhar. Até o fim dos sacos, das palhinhas e dos talheres de plástico não se me afigura de todo desapropriado. Tratei atempadamente de constituir um stock apreciável destes itens que me permitirá continuar a usufruir deles durante muito tempo.
O que verdadeiramente me aborrece é o tamanho desmesurado das embalagens face ao conteúdo das mesmas. Um gajo compra uma “lata” de não sei quê e vai daí aquilo vem meio. Agora imagine-se isto em milhões de latas. Um atentado à mãe-natureza e um esbanjamento inqualificável dos recursos do planeta, é o que é. Está mal, pá. Isto, digo eu, é coisa para roubar a infância a qualquer catraio. Até eu me sinto roubado!
Eu não diria melhor!!!!
ResponderEliminarAbraços e um bom fim de semana
Sabe o que me espanta na sua escrita? A assertividade da mesma e, imagine, dando por mim a concordar com a sua forma e conteúdo.
ResponderEliminarExcelente a ideia de construir um stock. Muito bem visto o roubo de meia lata/copo/whatever. Quem ganha com a negociata, quem é? Ora aí está, nada se faz ao acaso.
Cumprimentos, caro KK, bom fim de semana.
Obrigado!
ResponderEliminarBom fim de semana!
A culpa, esqueci-me de acrescentar, é do grande capital. O tal que não é verde.
ResponderEliminarCumprimentos, carissimo!