A generalidade dos portugueses não percebeu a ideia daquele deputado de terceira linha – mas com evidente vontade de se chegar à frente – do Partido Socialista. Deste partido socialista 2.0, sublinhe-se, que o outro, o verdadeiro, tinha por lá alguma gente séria.
Mas, escrevia, quando o homem manifestou vontade de deitar abaixo o padrão dos descobrimentos todos levaram aquelas declarações para a lado revolucionário, esquerdalho e, sobretudo, bandalho que vai por aquelas paragens políticas. Até pode ser que, em parte, seja isso. Desconfio, contudo, das intenções da criatura. Mais depressa acredito que na “família” exista alguém com interesses numa empresa de demolições.
Já a outra parte das declarações, aquela que lamentava a quase ausência de falecimentos na sequência do 25 do A, pouco me surpreendem. Cresci a ouvir idênticos lamentos. A ele, até por ser da minha geração, deve ter acontecido o mesmo. Pelos vistos aquilo ficou-lhe. É pena. Mas é, também, a prova que os burros – mesmo que doutores - não mudam de ideias. Serão sempre parvos.
Amei Kruzes!
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Dia
ResponderEliminarAquele Ascenso sempre foi um troglodita. Se este fosse um país com memória não selectiva, sempre que ele dissesse alguma coisa em público, alguém lhe perguntaria: "Ouça lá, ainda continua a achar hoje, tal como achava em 2014, que é uma vergonha Cavaco Silva não ter condecorado José Sócrates"? Uma carraça do regime, é o que ele é.
ResponderEliminarEle quer é aparecer!
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