
Combater o Chega e o Ventura parece constituir uma espécie de desígnio nacional. Não me parece mal. Cada um combate o que quiser e defende as causas que muito bem lhe aprouver. O mesmo não digo da comunicação social. Esta apenas deve informar e deixar isso das causas e dos desígnios para a sociedade.
O que lamento neste combate é a ignorância, ou a má-fé noutros casos, da esmagadora maioria dos combatentes. Toda esta gente ainda não percebeu que não adianta desmascarar as trafulhices que André Ventura tenha, alegadamente, feito ou possa vir a fazer. Podem dizer o que quiserem, passar as reportagens que entenderem ou relatar as passagens mais escabrosas da vida da criatura. Não adianta. Pelo contrário, mais força lhe dão.
Esta gente não percebe o fenómeno. Nem, pior, o quer perceber. Insiste, antes, em dizer que não existe ou, a existir, não tem relevância nenhuma. Para o entender talvez tenham de vir ao Alentejo. Mas não aquele das revistas, dos restaurantes da moda, adegas, praias fluviais ou dos montes com piscina onde se encerram dias a fio. É preciso falar com as pessoas. As que vão aos supermercados, hospitais ou correios. Podem, até, começar por aquelas que toda a vida votaram no PCP. Vão, de certeza, aprender muito.
Também acredito que mais força estão a dar ao Ventura
ResponderEliminarBeijinhos Kruzes
Feliz Sábado
Concordo contigo e eu não dou qualquer tempo de antena a essa cavalheiro e ao que defende. Quando fala mudo logo de canal porque dar milho aos pombos não é a minha praia.
ResponderEliminarBeijos e um bom domingo
Negar um problema não é o melhor caminho para o resolver!
ResponderEliminarCumprimentos.
Eu também não. Nem a esse nem a nenhum dos outros!
ResponderEliminarCumprimentos.
Eu não me ralo com ignorâncias e desventuras. Ralo-me com os cruzar-de-perna.
ResponderEliminarO tipo à esquerda foi bem descrito por A. Lobo Antunes quando explicou como foi enxotado do H. de Santa Maria para o H. de Miguel Bombarda.
Abraço