
Depois do arranjo – que está excelente, não é de mais salientar - das portas e muralha contigua, ficou este espaço. Assim, deserto, sem aparente utilidade. Certamente não vai ficar como está. Deixá-lo para todo o sempre neste estado não lembraria ao mais nabo projectista. Desconheço que ideias, projectos ou simples bitaites existirão para compor o cenário mas, estou em crer, alguma coisa se há-de arranjar.
Por mim fazia dali um parque canino. Com locais próprios para a canzoada cagar, mijar, brincar e interagir com os tutores. Como se diz agora. Os anjinhos – ou patudinhos mai’lindos - de quatro patas agradeciam. Até porque, com parque ou sem ele, enquanto aquilo estiver assim só vai servir de cagadouro de cães e para despejar lixo.
Lixo por lixo, podiam começar com o caseiro. Uma rata que se alcunha de intelectual, nascida e criada em Estremoz. Ver em:
ResponderEliminarhttps://blasfemias.net/2019/08/15/as-outras-vertentes-da-estetica-ou-como-aos-comunistas-tudo-se-perdoa/
E é verdade.
Também é verdade que as sostras — ver dicionário — varrem, quando varrem, o lixo para debaixo do tapete.
viv'ós canhotos!
Aqui te reencontro - depois de perdido - sem razão, tal como te esqueci e perdi.
ResponderEliminarUm dos blogs que mais gostei e gosto de ler, volta assim ao meu círculo de leitura.
Obrigado ao escriba por continuar a escrever.
Um bem haja.
Há muitos anos que não mora cá. Talvez um dia se candidate a presidenta cá da terra, assim como assim...
ResponderEliminarPor aqui, embora nada se aprenda, vai havendo sempre aalarvidades novas.
ResponderEliminarObrigado!