domingo, 28 de julho de 2019

Escolhidos a dedo. Do meio.

Captura de ecrã no 2019-07-28 12-33-02.jpg


 


Para o governo, qualquer que ele seja, o país resume-se a Lisboa e Porto. Quando muito, com um pouco de boa vontade e após uns quantos protestos, a fronteira alarga-se até aos cinquenta quilómetros contados a partir da linha de costa. O resto que se lixe. Não tem eleitores, logo não importa. O desprezo atingiu o ponto máximo do descaramento quando, na anterior greve dos camionistas do Pardal, os serviços mínimos se resumiam às duas maiores cidades. Os restantes portugueses que se desenrascassem.


Para próxima, que será já um dia destes, a coisa está a ser melhor acautelada. Presumo, até, que a escolha dos postos de abastecimento tenha sido feita de acordo com rigorosos estudos científicos. Ou, assim numa de grande maluqueira, pelas vendas dos ditos. Quiçá, talvez não fosse totalmente despropositado, pela localização estratégica. Às tantas foi tudo isso em simultâneo e eu é que não estou a alcançar a genialidade das escolhas. É que já nem ligo a não haver nenhum em Estremoz. Mas dois em Elvas, o Pingo Doce de Borba e um mesmo junto à fronteira do Caia?! Isto nem com um desenho lá vai...

5 comentários:

  1. Anónimo9:34 p.m.

    Mas alguém, da casa, tem feito alguma coisa por Estremoz?

    ResponderEliminar
  2. O problema não é Estremoz. Antes fosse. O problema é todo o interior.

    ResponderEliminar
  3. Subscrevo inteiramente e só acrescento que esta greve é completamente...não digo por respeitar o teu espaço.

    Beijocas e uma boa semana

    ResponderEliminar
  4. Por mim acho esta greve igual às demais. O governo, que já comprou quase todos, que compre mais estes! Por aqui se a coisa se complicar vamos a Espanha.

    Boa semana!

    ResponderEliminar
  5. Anónimo6:48 p.m.

    Do que mais gostei foi a escolha com o dedo do meio. O 3o a contar de dentro e o 3o a contar de fora.

    ResponderEliminar