Diz que de ora em diante os bichos têm um estatuto diferente. Deixaram de ser coisas. Mas, parece, não se aplica a todos. E ainda bem. Se não sentir-me-ia um criminoso da pior espécie. Do piorio, mesmo. Involuntariamente contribui para a morte – presumo que dolorosa – de umas quantas formigas. Deve ter doido, coitadinhas. Se tivesse optado por beber o café sem açúcar, provavelmente, esta tragédia teria sido evitada. Culpa minha ser guloso. Ainda tentei salva-las, mas já não havia nada a fazer. Era demasiado tarde. As que não morreram afogadas, já tinham sucumbido à elevada temperatura da água. Há, pois, que tomar medidas para evitar que mais bichinhos continuem a perder a vida nestas maquinetas que apenas existem para deleite dos humanos. Colocar um filtro anti-formiga, por exemplo, para obstar a que outras amiguinhas patudinhas pequerruchas faleçam em vão.
Fez-me lembrar a anedota da formiguinha e do elefante — que até era cultivada no Brasil. Bons tempos.
ResponderEliminarClaro que se um comuna ficar sem cheta depois de se apropriar duma propriedade dum fasssista, é como a formiga. Foi ao doce e voltou chamuscada. Bons tempos.
Viva La Fontaine!
Só tu me fazias rir à gargalhada:))) e não sei o que te dizer mais para além do muito que tenho deixado por aqui :)))
ResponderEliminarBeijocas e um bom dia
Já pedi indemnização, que eu não seleccionei a opção "formigas"!!!!
ResponderEliminarDo elefante não sei...eu é que fiquei de trombas!
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