segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Multidiscriminação?! Eh pá, vão mazé é prá p*** que os pariu!

Ainda bem que temos um governo que se preocupa com coisas importantes. Assim tipo criar novos conceitos. Daqueles que importam às pessoas em particular e aos militantes do politicamente correcto em geral. Tipo a multidiscriminação - alguém que é discriminado por ser gordo e maricas - e a discriminação por associação, que acontece, por exemplo, se um velhote que se desloca com duas jovens brasileiras a um serviço público é mal atendido por estar com elas.  


Mas há mais. Discriminações que se baseiam na ascendência ou no território de origem, ou seja, que digam respeito a afrodescendentes, passarão também a merecer uma especial atenção. Aqui não são dados exemplos mas, presumo, passará a estar incluído aquele dichote de mandar para a terra dele um negro que tenha nascido na Amadora. Ou, digo eu, contar anedotas e piadolas visando ridicularizar os protagonistas em função do local de onde são oriundos. Mas, quanto a esta última parte, apenas se envolver coxos ou marrecos, certamente. 


Por fim algo que se afigura potencialmente perigoso e que terá sido sugerido por um comité qualquer da ONU. O suposto agressor é que deve provar que não cometeu aquilo de que é acusado. Num país onde quem mata uma pessoa, ainda que perante várias testemunhas, é considerado inocente até a sentença transitar em julgado, parece-me ser qualquer coisa para nos deixar preocupados. Pelo menos àqueles que gostam da democracia. 


Voltarei, obviamente, ao assunto. 

2 comentários:

  1. Pior que a "multidiscriminação" é o conceito de "politólogo" - para ver onde chega a decadência da política: "politólogo" - aquele que faz formação ou carreira "profissional" na tentativa de destrinçar a ação e o sentido do discurso político.
    Onde nós chegamos! A política é tão complexamente vazia de sentido, que as massas precisam de tradutor! LOOOOL!

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  2. Isto a politica dá emprego a muita gente...

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