Presumo que o presépio que visitei um dia destes numa cidade vizinha tenha causado a ira dos amiguinhos dos animais. Que eles, por estas zonas, são poucos mas, como todos os que abraçam essa causa, chatos como o caraças. Aquilo há lá de tudo o que pode irritar essa malta. Ele é a matança do porco, uma cavalgadura espancada, um crocodilo prestes a ser espetado com uma lança, galinhas enxotadas à base de vassourada, um raposa açoitada ou um rato quase esmagado são algumas das cenas retratadas. Uma representação desnecessária de violência sobre sobre seres dotados de sensibilidade – ou anjos de quatro patas, como lhes chamam os que já estão num estado de putrefação cerebral - dirão uns quantos alarves. Talvez. Mas tem graça. E merece uma visita. Antes que os iluminados desta alegada democracia aprovem uma lei a proibir estas coisas.
O André Silva ainda não disse nada?
ResponderEliminarSe souber propõe logo uma lei a proibir estas coisas...
ResponderEliminarAlto e pára o baile! Em que terra é que está sediada esta exposição? Eu que amo-xanimais — sobretudo, os combestíveis — tenho o direito constixonal de o saber.
ResponderEliminarÉ numa cidade vizinha. Tão vizinha que mais vizinha não podia ser...
ResponderEliminarCaro KK, como não sou dotado e, muito menos, super dotado, dê lá uma dica para o 'Tão vizinha que mais vizinha não podia ser...'
ResponderEliminarEu vivo em Algés... Não dá para entender.
E eu vivo em Estremoz, logo a cidade mais vizinha é...
ResponderEliminarMuito obrigada
ResponderEliminar