sábado, 14 de novembro de 2015

Hoje não "sou francês"...

Hoje é mais um daqueles dias, cada vez mais frequentes, em que os idiotas do costume serão “Charlie's”, “franceses”, “parisienses” ou outra coisa qualquer que lhes pareça adaptada ás circunstâncias. Cantarão a Marselhesa, enaltecerão os valores da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Provavelmente darão as mãos a gente de outras culturas e não se cansarão de se manifestar em defesa de “valores” como o multiculturalismo ou a solidariedade. Quase de certeza não faltarão as referências à maldade do homem branco, causadora de todo o mal.


Mas é igualmente o dia de pedir contas. De responsabilizar os governos e todos os que têm permitido a invasão islâmica do ocidente ao longo das últimas dezenas de anos. Todos são culpados. Desde os políticos que lhes abrem as fronteiras aos que os acolhem. E não, não excluo os gajos que os vão lá buscar nem, sequer, quem lhes dá donativos. Todos têm sangue nas mãos.

4 comentários:

  1. Os contra todo o tipo de radicalismo porque em tudo há o bom e o mau, mas as gerações criadas e geradas e educadas debaixo de precariedades sem precedentes e sem valores de futuro...dá nisto. Não são muros de arame ou noutro material qualquer que irá pôr fim ao "tanto faz de muitos", mas sim começar a limpar quem deu início a toda a esta problemática séria e difícil para os inocentes, que não preciso de dizer quem foi, porque a sede de vingança mais cedo ou mais tarde...explode.

    Bom domingo amigo

    Beijos extensíveis aos teus

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  2. Não vou muito por aí. Não aceito facilmente que se desculpabilize o criminoso procurando justificação na pobreza ou noutra causa qualquer que o tenha feito ter uma infância infeliz. A ser assim, fosse pelo que fosse, se calhar 90% de nós éramos criminosos.

    A culpa do que está a acontecer é do mundo ocidental e da "tolerância" para com aqueles que querem destruir, por uma questão ideológica, os nossos valores. Acolher quem precisa e respeitar todos, sim. Mas e apenas desde que nos respeitem. Caso contrário é expulsá-los ou, não sendo estrangeiros, dar-lhe um "tratamento" qualquer. É, de resto, aplicar à sociedade o que cada um de nós faz em suas casas...

    Bom domingo!

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  3. Sim tens razão mas se olhares para o passado de alguns, muitos adultos de hoje, verás que os "traumatismos de guerra" deixam sequelas bem graves.

    Devemos ser tolerantes mas não parvos, porque todas as religiões tiveram e têm períodos negros. Há quem fuja das atrocidades, como eu fugi, mas respeitei o país e regras de quem me acolheu e não fazer exigências aparvalhadas só porque sim. Aplico o mesmo a esta demandada e tal como veio das ex-colónias imensa porcaria, hoje acontece o mesmo e compete a quem os/nos acolhe de meter a ficha no lugar e jamais pactuar, permitir os excessos.

    Julgo eu de que...:)

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  4. Não é a mesma coisa. Estes não fogem da guerra. Procuram-na.

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