A socialista Câmara de Lisboa prepara-se para esturrar três milhões de euros na construção de uma nova mesquita. Andarei, muito provavelmente, a dispersar a minha atenção por outras cenas igualmente rocambolescas – também elas, curiosamente, protagonizadas pelos xuxas – para ainda não ter dado conta de nenhum movimento de indignação contra este escandaloso esbanjamento de dinheiro público. Se o há não dei por nada. Nem, sequer, um grupelho qualquer de intelectuais a manifestarem o seu asco à promiscuidade entre o poder e a religião. Algo assim, sei lá, do tipo daquilo que fizeram por causa dos crucifixos. Ou, vá, um protestozito ao nível daqueles que apelam ao fim do financiamento público às touradas e correlativos. Mas não, ninguém protesta. Nem, tão pouco, acham isto uma espécie de má despesa pública. Deve por isso da mesquita ser uma coisa assim a atirar para o multiculturalismo. O que, como se sabe, é algo que dá ares de inteligente até ao maior burro.
Os camaradas xuxialistas devem construir as mesquitas que entenderem desde que haja quem as pague e temos por cá muitos maometanos para tributar. A Câmara devia providenciar apenas umas merenditas com presunto, salsicha fresca na brasa, sandochas de coiratos, e febras, rojões e morcelas para encher as panças maometanas bem treinadas no jejum. Mais que isso é desperdiçar dinheiro dos contribuintes.
ResponderEliminarOra aí está uma tese que também defendo há muito tempo. Isso e umas cervejolas ou um tinto aqui do Alentejo.
ResponderEliminarMais uma mesquita em Lisboa não lembra ao Diabo nem a Alá.
ResponderEliminarProvavelmente é para os refugiados rezarem.
E para os portugueses pagarem...
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