domingo, 27 de setembro de 2015

Pelo sim pelo não chamar-lhe-ia Mau-mé-mé...

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Adoptar um porco como animal de estimação e chamar-lhe, sei lá, Maomé ou outro nome qualquer como Bin Laden, Mustafa ou Abdul é coisa que, nesta ditadura do politicamente correcto, ainda é admissível?! Ou terei de lhe chamar Cavaco, Pinto da Costa ou Jesus (Jorge ou Cristo, tanto faz)para toda a gente achar imensa piada?!


 


O texto abaixo, publicado no Blasfémias.net, é capaz conter a resposta...


 


Desde o 11/Setembro que aprendemos todos, que existe uma certa cultura/religião que não podemos ofender, caso contrário arriscamos ser mortos e a culpa será inteiramente nossa. Assim, para vivermos sem medo e receio só temos que fazer o seguinte: calar a nossa religião, calar a nossa liberdade de expressão, calar a nossa capacidade critica…em suma viver numa auto censura permanente com medo de hostilizar os militantes da dita cultura/religião, que os lideres ocidentais nos juram a pés juntos ser a mais pacifica e bela de todas...”

2 comentários:

  1. carneiro3:50 p.m.

    Tenho um amigo em Arraiolos, benfiquista (sócio), que tem um cão preto coxo a quem chamou Mantorras.
    Gosto de gente desempoeirada com coragem para ser anti-sistema. E gosto do sentido de humor alentejano.

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  2. Quando era gaiato tive um gato, todo preto, a quem chamei "Jordão". Morreu novo. Pouco depois de um tal Rui Jordão se ter transferido de um clubezeco espanhol onde esteve em trânsito para o Sporting...Até gostava do bicho, mas confesso que fiquei aliviado. Do jogador já tinha deixado de gostar desde que ele tinha abandonado o Glorioso.

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