Vede, vede, amiguinhos dos animais que são simultaneamente apoiantes da causa árabe, tolerantes com a barbárie islâmica ou, simplesmente, multiculturalistas convictos. Vede como são tratados os cães na rua muçulmana. O que se pode ver neste vídeo, presumo, também deve ser culpa dos americanos, dos israelitas e do ocidente em geral.
Para ser mais exacto, é culpa de todo o mundo.
ResponderEliminarDe todo o mundo?! Não me parece nada...
ResponderEliminarvou copiar
ResponderEliminarNas "ruas cristãs" - como se as ruas acreditassem em amigos imaginários - da minha pequena cidade neste país tão civilizado já encontrei cães vivos em contentores do lixo, já encontrei um cão vivo atado a uma carrinha em andamento, já presenciei caçadores a abater os cães quando acaba a época de caça, já me deparei com cães atirados por cima do muro do cantinho dos animais com múltiplas fracturas, lugar de onde também são constantemente roubados cães pequenos para serem chacinados por cães de lutas ilegais.
ResponderEliminarAntes de apontar o dedo à merda dos outros é bom que consigamos abrir os olhos para a nossa merda.
Vede Vede
ResponderEliminaro problema é do mundo, e a xenófobia e o racismo e o especicismo só piora as coisas
https://www.youtube.com/watch?v=DRGpeWtiCkk
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.pt/2008/02/dia-13-china-alvo-de-protesto-mundial.html
culpar os mulçumanos pelas fezes que fazemos é um acto de cobardia! é varrer para baixo do tapete um problema que teimamos em não resolver
Tem razão. Em parte. Eu explico-me: As situações que descreve são abomináveis. Mas são praticadas na marginalidade, no crime, no pecado, em última análise. São actos anti-cultura - conforme nós a definimos. As pessoas de bem, como acredito que Vc seja, escandalizam-se. Como eu me escandalizo, porque também tento ser uma pessoa de bem.
ResponderEliminarA situação do filme não revela uma atitude cultural do mesmo tipo. Antes pelo contrário, estabelece um outro padrão cultural de actuação. Sem marginalidade, sem crime, sem pecado. Estabelece o padrão correcto - para aquela cultura.
As vítimas, num caso e no outro, são os canitos. Aqui Vc tem plena razão.
Mas ainda existe uma diferença entre aqueles que fazem aquilo por maldade e em violação da sua cultura - porque estes sempre serão censurados - e aqueles que fazem aquilo com a maior naturalidade devido ao facto de a respectiva cultura ser mesmo assim e ponto final - e estes sempre serão aplaudidos.
O ponto do vídeo era esse: a diferença cultural perante equivalentes sofrimentos dos animais. Digo eu.
Mas como é que pode afirmar que isto é um comportamento padrão inerente à cultura e que não é feito à margem da lei? E como pode associar isto a uma religião?
ResponderEliminarPor favor visite um país maioritariamente muçulmano - de preferência que não esteja em conflito, claro - e vai ver que a realidade não é essa.
Se eu lhe mostrar uma reportagem sobre a limpeza pré jogos olímpicos no Brasil onde fazem algo semelhante nas ruas das favelas do Rio poderei associar isso à cultura Cristã? Já para não falar que esta limpeza incluía os sem abrigo - até mesmo crianças - e não apenas cães.
Se eu lhe mostrar uma reportagem onde fazem semelhante limpeza em Beijing, posso associar isso ao Confucionismo?
Que dirão os países nórdicos de nós e das nossas touradas? Das nossas leis que consideram os animais como "coisas"? Que é o comportamento padrão dos Católicos Romanos?
A desgraça do mundo não é idiossincrática, está sim directamente associada à ignorância, que obviamente é predominante em ambientes de maior pobreza.
Não sou uma pessoa religiosa, mas acho que não deveríamos fazer este tipo de associações porque nos ofusca a verdadeira razão dos problemas, e para resolver os problemas é crucial entender as suas origens.
1. A religião, aqui, só é chamada, na medida em que identifica a cultura subjacente de cada povo. Identifica o efeito, não a causa. Não é teológica. Serem muçulmanos ou serem ateus, para o meu argumento é igual ao litro. O ponto é que são de cultura diferente da minha. Pelo menos na forma de tratar os cães.
ResponderEliminar2.O que me permite concluir que aquele abate dos cães não é um comportamento à margem da lei, é o facto dos actores estarem fardados, organizados, com o carro do lixo preparado. Parece não ser abusivo concluir que aquilo é uma "brigada oficial de abate de cães". E a si o que lhe permite concluir o contrário ? Ou a fundamentação só me cabe a mim, e Vc basta-se em afirmar conclusões sem fundamentar ?
3. Faz-me estas perguntas para quê ? Basta olhar. Está tudo no vídeo. Negar, só por negar, as premissas óbvias do silogismo, para depois atacar a síntese, desculpe lá, mas não é assim que se argumenta. A explicação da minha conclusão está no meu anterior comentário. Não vale a pena pedir para eu me repetir.
4.Eu não sei quantos países muçulmanos Vc visitou a mais do que eu, para perceber mais sobre abate de cães. Eu baseei-me apenas no vídeo.
5. O Brasil, a China e tudo o mais que refere, não estava em causa. Pegar num tema concreto, específico, bem determinado - como o vídeo - , e desatar a falar da felicidade do mundo em geral... E, já agora, em Marte como tratam os cães ?
6. Nessas partes, dou-lhe a razão toda que queira ter. Tenho opinião sobre os caes comidos na China, sobre as nossas touradas, etc. mas não é isso que está aqui em causa.
7. Desculpe o desabafo, mas assim é muito difícil discutir qualquer assunto com racionalidade. É como o futebol. A gente queixa-se de um penalty no jogo de ontem e o outro responde com aquele golo do Vitor Baia há 20 anos que não entrou.
8. Concordo consigo que " a desgraça do mundo está sim directamente associada à ignorância". Mas se fossemos arrumadinhos a discutir os assuntos talvez ajudássemos a superar esse problema.
9.E para concluir, reafirmo que aqueles tipos culturalmente acham que devem resolver o problema dos cães vadios abatendo-os a tiro. É o que se vê no vídeo. Se Vc vê ali coisas diferentes disso por preconceito ideológico, não tenho nada a ver com isso.
Julgar a minha capacidade de argumentação é sempre um excelente argumento, nem me vou atrever a contra-argumentar.
ResponderEliminarnota: Tanto quanto se sabe em Marte não há cães, possivelmente já foram todos abatidos pelos muçulmanos.
Reparo que no seu terceiro comentário ainda não falou do vídeo.
ResponderEliminarNo primeiro moralizou, no segundo ensinou e no terceiro vitimizou-se. Vc esteve sempre a falar do seu umbigo e conseguiu a extraordinária façanha de, perante um vídeo tão chocante, não ter manifestado a minima piedade por aqueles animais abatidos daquele modo.
É obra !
Eu não argumento de forma racional, eu não argumento de forma lógica, eu sou moralizador, ensinador, vítima e impiedoso.
ResponderEliminarMas ainda não se apercebeu que eu sou muçulmano?
O meu comentário inicial é directamente relacionado com o vídeo e com o seu comentário, que achei despropositado. Tanto quanto sei não sou obrigado a comentar detalhadamente o vídeo. Comento a sua publicação na íntegra, ou isto não é um blog?
Ainda não entendi... Talvez esteja confuso.
ResponderEliminarPortanto nós podemos atirar cães vivos para o lixo e esmagá-los, e eles não porque a cultura deles é diferente da sua?
Portanto chineses, noruegueses, americanos, coreanos, vietnamitas, africanos podem maltratar os animais porque na sua cabeça as culturas são "aceitáveis"? e a mulçumana não? Eu gostei de ter partilhado o vídeo. É chocante é errado! O que não gostei foi do título. Maltratar um cão é mau em todo o universo. O seu erro é desculpar os Europeus... e acusar os mulçumanos. É uma cultura má? agem por maldade? e nós por ignorância? Gostava muito de debater este tema consigo... mas... não vale a pena. O seu argumento tem um nome: Racismo. e ambos sabemos que está errado. O senhor é que ainda não admitiu que é racista porque prefere auto desculpar-se com coisas que lhe "injectaram na consciência". Nós somos bons , os "outros" são maus. Quando vir todos os cães e todas as pessoas da mesma forma terei todo o prazer em falar consigo. Até lá espero que encontre a "bondade" que defende em "nós" e que não vê nos "outros".
Continuas a colocar a tónica no "muçulmano" que é exactamente a única qualidade que desconsiderei no meu argumentário. Ser muçulmano ou ateu é igual ao litro. Eu bem sei para onde queres puxar a conversa.
ResponderEliminarOlha, jovem, não leves a mal, mas tu és apenas mais um exemplo de militante pró-animal, mobilizado, voluntarioso, generoso, mas que só largam generalidades e vaguidades no sofá. É a defesa em abstracto dos "direitos" dos animais.
Quando se chega ao animal em concreto, "ai que horror que o bicho tem pulgas".
É a eterna mania de nunca se versar a realidade como ela é, mas estar sempre a largar bitaites sobre como a realidade deveria ser.
No vídeo vêem-se uns soldados a matar cães vadios a tiro. A sangue frio. E a tua conclusão é que os cristãos, nas nossa terras, são uns bandidos contra os animais.
Desculpa, lá, mas não há mais pachorra para conversa da treta.
4 comentários e consegues continuar sem expressar um qualquer sentimento de dó ou pena pelos cães assassinados á tua frente. Isso chega-me para perceber que tipo de pessoa és.
Não há mais conversa. Acabou aqui.
Outro que "conseguiu a extraordinária façanha de, perante um vídeo tão chocante, não ter manifestado a mínima piedade por aqueles animais abatidos daquele modo."
ResponderEliminareste anónimo era eu.
ResponderEliminarSim, Sr. autor da expressão "rua muçulmana", acabaste de errar em todas as acusações que me fizeste - mas é que redondamente - "jovem".
ResponderEliminarBoa sorte para o blog. :)
Peço desculpa pelo "jovem", se não é o caso e se isso incomodou.
ResponderEliminarNão vi o video.
ResponderEliminarMas li os comentários e também não entro nessa troca de palavras porque desconheço muita coisa. Sei apenas que em todas as religiões há gente boa e má, com actos bons e maus e por vezes uma minoria não é digna de ser valorizada dentro da maioria, seja qual ela for.
Pelo menos na minha terra, no tempo do querido (para muitos) "Salazar" nos seus longos e penosos quase 50 anos de ditadura qual era a lei sobre os cães e gatos que deambulavam pela rua? A velha e horrível carroça e a forma de os apanhar era tão assustador. Caso tivessem a chapa obrigatória que agora não recordo como era, o dono tinha de o ir buscar e levava da grossa. Caso não tivesse eram todos abatidos. Acho que após o 25 de Abril ainda perdurou por mais algum tempo, mas não sei se por cá se manteve e até quando.
A juntar a isto os horrores praticados pela PIDE perante os seus semelhantes!!!
E Salazar professava que religião?
Sou totalmente contra qualquer radicalismo no quer que seja!
Um abraço
Aqui tive que entrar, e respostas ao comentário são inúteis que não associarei um e-mail ao mesmo, mas já que é racismo, gostaria que alguém me explicasse desde quando é que o Islamismo é uma raça.
ResponderEliminarE, querendo entrar por esses caminhos, de racismos e culturas, como é que explicam o aumento da mutilação genital feminina, com um aumento de Africanos na Europa?
Como mencionaram ali mais acima, é como uma conversa futebolística: falam dos jogos da noite anterior e vão buscar um golo que ão entrou há vinte anos.
ResponderEliminarContudo, há culturas mais propícias a coisas más, como os muçulmanos, que apedrejam mulheres "adúlteras", que muitas vezes não o são, e homossexuais, cujas fronteiras Europeias querem abrir à força toda. Tal como, na Índia, mulheres são violadas EM GRUPO, mas querem que sejamos tolerantes com quem aqui entra, sem que se adaptem ao país onde chegam. Ideologias ridículas do século XXI.