quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Estacionamento tuga



Quando deparo com situações como a que a foto ilustra não me espanta que, com este procedimento, alguém evidencie perante os outros o direito a reservar, na via pública, um lugar para o popó. Ou não fossemos nós um país de chicos espertos. Também não me surpreende que os restantes automobilistas respeitem a “reserva” do lugar. Uns são gajos para achar que, nas mesmas circunstâncias, fariam o mesmo e outros, só para não arranjar chatices, preferem dar uma volta e procurar outro sítio para estacionar. O que num casos destes verdadeiramente me inquieta é que ninguém leve a cadeira.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Biife!



Há matriculas a atirar para o esquisito. Esta, nomeadamente. Assim, a modos que, com uma estranha derivação da pronúncia do norte…

domingo, 9 de setembro de 2012

Mal-cheirosos



Embora não adiantasse grande coisa – não adiantava mesmo nada – apetecia-me chamar nomes, com tanto de original como de feios, aos gajos que nos andam a tramar. Aqueles que se preparam para, a juntar aos três meses de vencimento em cada ano que já me roubaram desde 2011, se preparam agora para, entre aumento colossal de descontos e reformulação dos escalões do IRS, sacar mais um. Apetecia. Mas não chamo. Estou com dificuldade em ser original. Lamento apenas o mau cheiro que exala desta gente, desta politica e das consequências que provocam. Cheiram mal e não é apenas dos cascos.

sábado, 8 de setembro de 2012

Automatismos



Nos últimos sete dias – e noites, também – o Kruzes Kanhoto esteve, por assim dizer, em piloto automático. Ou seja, por durante esse período de tempo ter estado voluntariamente afastado de qualquer coisa vagamente parecida com um computador, os posts entretanto publicados foram previamente agendados. Daí que os comentários que os mesmos mereceram apenas hoje estejam visíveis. Fica a explicação e o pedido de desculpas a quem comentou.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Estacionamento tuga





Outra vez o LIDL. Este casal de tugas estacionou o seu pequeno bólide – à sombra, não fosse derreter - e foi às compras. Estacionou será uma forma de dizer mais ou menos simpática. Abandonou em pleno parque de estacionamento é capaz de ser mais apropriado. O mesmo procedimento adoptaram quando, após acomodarem na viatura os bens adquiridos na superfície comercial, deixaram por ali – fora do local adequado para o efeito – os carrinhos do supermercado.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

(H)A muitas assim...


Durante a maior parte das vinte e quatro horas do dia este é o cenário da A6 em praticamente toda a sua extensão. Será, provavelmente, por causa do elevado preço das portagens – ou, quiçá, das bifanas de Vendas Novas - que quase todos preferem a velhinha Estrada Nacional 4. O que não deixa de ser curioso. Sui generis, até. O país endividou-se para construir auto-estradas onde ninguém passa, não tem recursos para pagar essas dívidas e os automobilistas não circulam nelas porque não têm dinheiro para pagar as portagens. Será uma pergunta parva mas, porra, parque raio é que as construíram?! Presumo que os acérrimos defensores do investimento público tenham uma boa resposta.