terça-feira, 12 de agosto de 2008

Coisas chatas, aborrecidas e desagradáveis

Não é que goste, mas não me incomoda que alguns tenham casa, água e luz à borla. Apenas me escandaliza.

Não me chateia por aí além que os mesmos recebam de mão beijada quinhentos, setecentos ou mil euros só pelo facto de existirem. Digamos que só me desagrada.

Não me preocupa que uns quantos, apesar de receberem do Estado uma quantia generosa só por existirem, andem por aí a apropriarem-se de coisas que, nomeadamente, não lhes pertencem. Desde que eu não seja o proprietário dessas coisas, também nomeadamente. Assumo que fico apenas ligeiramente irritado.

Agora o que me deixa realmente fora de mim, pelo menos dois ou três metros, é ouvir alguém que tem casa, água e luz à borla, recebe só pelo facto de existir quinhentos, setecentos ou mil euros e se apropria de coisas que, nomeadamente, não são suas, guinchar estridentemente quando apanhado em flagrante delito, como única justificação para os seus crimes que “ai munto racismo…”. Não há ninguém que processe estes gajos?!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Cagalhões enormes!

E nojentos também. Tal como os cidadãos - não sei se lhes deva chamar assim porque esta condição envolve um conceito de cidadania que manifestamente não está presente na sua formação cívica - que permitem que os seus animaizinhos de estimação façam coisas destas nas ruas por onde têm que circular as pessoas normais.

domingo, 10 de agosto de 2008

Autárquicas 2009

Por todo o lado começam a ser conhecidos os candidatos autárquicos e, por estranho que pareça, alguns até apresentam ideias para a gestão do município a que se propõem presidir. Foi o caso do candidato do CDS/PP à Câmara de Abrantes. Segundo dá conta a edição on-line do “Mirante”, a primeira medida a tomar assim que ocupar a cadeira do poder será vender o automóvel oficial afecto à presidência recentemente adquirido pela autarquia.

Partindo do princípio que não vai passar a andar a pé e que trocará a presumível “bomba” por um carrito mais modesto, desconhece-se, ou pelo menos a mesma fonte não adianta, como pensa o putativo candidato aplicar o lucro gerado com a transacção. Sim, porque certamente a autarquia conseguirá vender a viatura por um valor superior ao que a adquiriu…