Porra, pá, que não há paciência para aturar esta gente. Parece que ninguém pode ser contrariado nem, sequer, deparar com opiniões diferentes das suas. Como se cada um não tivesse direito a expressar livremente aquilo que pensa sobre seja o que for, independentemente do cargo que ocupa ou das responsabilidades que tem atribuídas. E, ainda que o exercício desse cargo exija alguma reserva, nada impede que analisem os factos e emitam uma opinião ponderada que não desvirtue ou manipule os mesmos.
Há florezinhas de estufa que têm por hábito indignar-se. Indignam-se muito. Diria, até, que a indignação esse é o seu estado natural. Primeiro indignaram-se uns quantos por António Guterres ter afirmado que o ataque dos terroristas do Hamas não apareceu do nada. Agora irritam-se outros por Marcelo Rebelo de Sousa dizer que os palestinianos não deviam ter atacado. O pior primeiro-ministro de sempre, a caminho de ser o secretário geral da ONU mais insignificante que passou pelo lugar, apenas disse o óbvio. O presidente da república mais patético desde que há democracia, também. Qual é a dúvida? Um e outro não disseram o que os fundamentalistas de um e outro lado gostam de ouvir. Azarinho. Deles.
Fundamentalistas que estão bem representados por cá (e por esta Europa fora).
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Um cobardolas que não é capaz de manter aquilo que disse.
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