sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Um diácono Remédios em cada teclado...

Porra, pá, que não há paciência para aturar esta gente. Parece que ninguém pode ser contrariado nem, sequer, deparar com opiniões diferentes das suas. Como se cada um não tivesse direito a expressar livremente aquilo que pensa sobre seja o que for, independentemente do cargo que ocupa ou das responsabilidades que tem atribuídas. E, ainda que o exercício desse cargo exija alguma reserva, nada impede que analisem os factos e emitam uma opinião ponderada que não desvirtue ou manipule os mesmos.


Há florezinhas de estufa que têm por hábito indignar-se. Indignam-se muito. Diria, até, que a indignação esse é o seu estado natural. Primeiro indignaram-se uns quantos por António Guterres ter afirmado que o ataque dos terroristas do Hamas não apareceu do nada. Agora irritam-se outros por Marcelo Rebelo de Sousa dizer que os palestinianos não deviam ter atacado. O pior primeiro-ministro de sempre, a caminho de ser o secretário geral da ONU mais insignificante que passou pelo lugar, apenas disse o óbvio. O presidente da república mais patético desde que há democracia, também. Qual é a dúvida? Um e outro não disseram o que os fundamentalistas de um e outro lado gostam de ouvir. Azarinho. Deles.

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