segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Novos ricos, novas modas.

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Por acaso não. Tornar-me vegetariano foi coisa que nunca me ocorreu. Já tive, reconheço, muitas ideias parvas, mas equacionar a possibilidade de deixar de comer carne não está entre elas. Isto é mais uma cena que assiste a meninos mimados e a gente que da vida, como diria a minha avó, não sabe o que é peixe-agulha.


Quando leio ou ouço mensagens deste tipo recordo-me sempre de, em criança, apenas comer carne por altura da matança do porco ou frango aos domingos. E outros nem isso. Chegou-me esse tempo em que fui semi-vegetariano à força. Daí que nutra por gentinha desta estirpe um profundo desprezo. Eles que façam a alimentação que quiserem, mas não aborreçam. É que isto fazer opções, mesmo as mais idiotas, é sempre mais fácil de carteira cheia do que de barriga vazia.

6 comentários:

  1. Já somos dois...que o façam, eu respeito, como gostaria que me respeitassem a minha opção.
    Abraços e um bom dia

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  2. Respeito as opções de todos, mas odeio quando me impingem o que quer que seja, com moralidades bacocas
    E quando nos julgam por comer carne???

    Beijinhos, Kruzes
    Feliz Dia

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  3. Estes de carteira recheada compram sintéticos para matar os insectos de que não gostam, Badalhoquices e pan_eleirices. Nem sabem escrever em português. Há imensa gente a precisar de um trapo encharcado na tromba, segundo a minha sábia Avó.
    Ó pai, o qué um insete?
    Ó mê gande burre... um insete sã Oite!
    Abraço

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  4. Essa deve ser a regra!

    Cumprimentos

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  5. Por mim irei, enquanto puder, continuar a comer carne. Nem que tenha de criar um porquinho no quintal.🤣🤣🤣🤣

    Cumprimentos

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  6. São uns meninos mimados a quem dão demasiado palco.

    Cumprimentos

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