segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Aquilo do holodomor foi apenas larica...

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Dizer que o capitalismo mata à fome vinte cinco mil pessoas por dia enquanto se nega a mortandade, agora e em diversas fases da história da humanidade, provocada pela falta de alimentos em diversos regimes comunistas, não tem importância de maior. Cada um, baseado em teorias mais ou menos rebuscadas construidas por si ou por outros da mesma súcia, diz o que quer e sobra-lhe tempo para mais. Por mim, limito-me a olha-los com pena e a desejar-lhes as melhoras. Preocupante é quando afirmações destas vêm de gente que se senta na mesa onde se discute o destino do país. Quem é como quem diz, o nosso. Afinal, ao contrário do que para os nossos antepassados era um dado adquirido, agora as vozes de burro chegam ao céu.

4 comentários:

  1. Acho que o autor desta afirmação exagerou e muito ... basta olhar para a história

    Beijinhos, Kruzes
    Feliz Dia

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  2. Aquela olha para a história de uma maneira muito retorcida...é conforme lhes convém!

    Cumprimentos

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  3. Claro que todas as vozes, mesmo as dos animais, chegam ao céu.

    Aprendi na Escola Primária, com Pedro Dinis, as 'Vozes de animais':
    Palram pega e papagaio e cacareja a galinha;
    Os ternos pombos arrulham; geme a rola inocentinha.
    Muge a vaca, berra o touro, grasna a rã, ruge o leão;
    O gato mia; uiva o lobo; também uiva e ladra o cão.
    Relincha o nobre cavalo; os elefantes dão urros;
    A tímida ovelha bale; zurrar é próprio dos burros.
    Regouga a sagaz raposa (bichinho muito matreiro);
    Nos ramos cantam as aves; Mas pia o mocho agoureiro.
    Sabem as aves ligeiras o seu canto variar.
    Fazem gorjeio às vezes, Às vezes põem se a chilrar.
    O pardal, daninho aos campos, não aprendeu a cantar.
    Como os ratos e as doninhas apenas sabe chiar.
    O negro corvo crucita; zune o mosquito enfadonho.
    A serpente no deserto solta assobio medonho.
    Chia a lebre; grasna o pato; ouvem se os porcos a grunhir.
    Libando o suco das flores, costuma a abelha zunir.
    Bramem os tigres, as onças; pia , pia o pintainho.
    Crucita e canta o galo; late e gane o cachorrinho.
    A vitelinha dá berros; o cordeirinho, balidos.
    O macaquinho dá guinchos; a criancinha vagidos.
    A fala foi dada ao Homem, Rei de outros animais,
    Nos versos lidos acima se encontram em pobre rima, as vozes dos principais.
    >>> Isto não só é Saber mas é Arte.

    O Céu tem, há uma eternidade, que separar o joio do trigo porque o joio para nada serve e do trigo fazem-se alimentos.
    A Família dos Animais é extensa abarcando os que se intitulam «homo sapiens sapiens». Poderão ser OMOsexuais se lavarem as partes pudendas com OMO.
    Os asininos são uma outra Família perigosa porque resolve os seus problemas ao coice e à dentada. Continua a ser um dado 'adquirido', seguro, O Céu que se amanhe.

    Abraço

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  4. Agora as vozes dos animais não só chegam ao céu como são atentamente escutadas!

    Cumprimentos

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