

Esta coisa dos passadiços está na moda. Qualquer dia, por este andar, são mais do que os centros culturais e quase tantos como as rotundas. Mas o pessoal gosta. Até eu, feito alarve, me dei ao trabalho de caminhar uma hora e tal numa destas modernices. Eu e mais umas centenas de pessoas, que aquilo – apesar de ainda não estar pronto – já constitui um atrativo para o pagode ansioso por desconfinar.
Pode, isto, ser uma oportunidade de negócio para a aldeia. Ou, se calhar, não. Provavelmente chegou demasiado tarde. Os habitantes foram-se quase todos embora e os poucos que ficaram já não têm idade para aventuras. Esses, os que ainda restam, até se admiram de haver tanta gente interessada em ver ervas.
Estão a pensar no turismo
ResponderEliminarBeijinhos Kruzes
Boa Noite
E há que juntar os baloiços gigantes! Que obsessão.
ResponderEliminarRealmente é moda mas acho preferível fazerem isso e as famosas ciclovias do que esturrarem dinheiros nas suas casinhas e afins.
ResponderEliminarNunca estive em nenhum!
Beijos e um bom dia
O turismo faz-se de passadiços. São à 'borlix', desafiam o mais audaz, permitem que se respire fundo, em face do verde sempre envolvente.
ResponderEliminarDesaconselhado a quem sofra de acrofobia.
Cumprimentos, caro KK.
Sim, seguramente será um ponto de atração turistico.
ResponderEliminarCumprimentos
Por mim prefiro os teleféricos...
ResponderEliminarDepois da moda dos passadiços, o que se seguirá? Será que vão por mim e desatam a construir teleféricos?
ResponderEliminarCumprimentos
Padeço dessa maleita. Não sei quem foi que disse mas concordo em absoluto com aquela máxima de que um "homem nunca deve subir para alto do que a altura de uma mulher. Quando ela está deitada".
ResponderEliminarCumprimentos
eu até acho piada, embora não faça nada bem nem à coluna nem às articulações. Porém, é melhor que nada.
ResponderEliminarPois...os meus joelhos também não gostam nada destas aventuras.
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