quinta-feira, 29 de abril de 2021

Matar e fuzilar, pode-se. Exterminar é que não.

A indignação selectiva é das coisas que mais me aborrece. Hoje o alvo é a candidata do PSD à Câmara da Amadora por esta ter manifestado o desejo de ver o Bloco de Esquerda exterminado. Presumo que a senhora, tal como o Dr. Mamadou – criatura com conhecidas ligações, presentes ou passadas, ao BE – quando pretendia matar o homem branco, tenha falado metaforicamente. Como, de resto, parecerá óbvio a qualquer pessoa razoavelmente inteligente. Grupo de onde muito pessoal de esquerda parece fazer questão de se excluir.


A berraria dos esquerdistas e da muita comunicação social que lhe lambe as botas não me surpreende. É gente, como se tem visto ultimamente, que se consideram os novos donos disto tudo. Até o direito à metáfora lhes está reservado, acham eles. Continuem assim e, mais cedo do que tarde, vão ter um lindo enterro. Metaforicamente. 


Já agora, se mal pergunto, quando a UDP - um grupelho de onde saiu o Bloco de Esquerda - apelava ao fuzilamento de alguns portugueses também estaria a usar uma metáfora? 

1 comentário:

  1. Anónimo3:40 p.m.

    E aquela organização que fazia colecção de armas e explosivos? Luar, lembrei-me agora o nome!
    Também usavam metáforas?
    Cumprimentos

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