terça-feira, 30 de julho de 2019

A desinformação como valor...

Se há coisa que me aborrece é a falta de rigor. Em tudo. Mas, nomeadamente, quando em causa está a informação. Por norma, quando a noticia não é dada de forma completa corremos o risco de estar perante uma meia mentira - ou uma meia verdade - com o objectivo de manipular a opinião pública. Os média ocidentais – e particularmente os portugueses – fazem-no a todo o instante. Especialmente quando em causa estão as chamadas minorias, refugiados ou algo que possa perturbar a agenda multicultiralista dos novos donos disto tudo.


Isto a propósito da morte de uma criança, na Alemanha, empurrada para a linha de comboio por um homem. Foi assim, literalmente, que se noticiou o assunto por cá. Nem uma palavra acerca da origem da criatura. Um refugiado oriundo da Eritreia, no caso. Que, se calhar, ainda que não seja terrorista é capaz de achar uma certa graça em atirar pessoas para a frente de comboios. Uma coisa muito própria da sua cultura que, obviamente, teremos de respeitar, só faltou acrescentar.


Sei – toda a gente sabe – que existem orientações para que os órgãos de informação não divulguem as crenças religiosas e a nacionalidade destes meliantes. Nomeadamente quando se trata de islâmicos ou migrantes. Ou ambas as coisas. Ou ciganos, no caso português. Censura, desinformação e manipulação da opinião pública, é o que é. Até porque se o criminoso for branco ou ocidental, tal restrição informativa não se aplica. E depois ainda andam por aí a encher a boca de valores democráticos e o catano...

6 comentários:

  1. Concordo contigo e acredita que não sabia deste "horror".

    Abraços e bom dia

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  2. A informação anda muito "filtrada"...

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  3. Anónimo7:09 p.m.

    Numa de complacência:
    Se calhar, na Eritreia não há comboios. Ou circulam a velocidades dentro dos limites por lá aplicados por uma alta autoridade para caracóis e lesmas. E também, se calhar, não há vídeo-jogos.

    Numa sem complacência:
    Não houve nenhum descendente ariano que mandasse de imediato o gajo para debaixo dum caterpillar? Ou atropelado por um enxerto?

    abraço

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  4. Anónimo7:14 p.m.

    As cerejas e as melgas... democracia e liberdade. Todas iguais, todas voando.

    Escreveram que vão dar a uma rua de lisboa o nome de uma vereadora brasileira barbaramente assassinada. E perguntou outro: e dos 13 assassinados pelas saudosas e livres FP25, ninguém dá o nome nem a um cemitério?

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  5. A esses se fossem larilas até davam o nome de um bairro inteiro...

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  6. Se fizessem isso ao escurinho - como diria o camarada Arménio - seria um crime de ódio.

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