sexta-feira, 6 de junho de 2025

Sensações...

“Isto da insegurança está cada vez pior” é uma frase, com uma ou outra variante, que vou ouvindo cada vez com mais frequência. Verdadeira, se calhar. Ainda esta semana tivemos ocasião de assistir, pela televisão, a dois momentos que nos podem levar a dar razão a quem manifesta este sentimento. Num deles um velhote atirou-se ao cachaço de uma chalupa que guinchava coisas acerca de um alegado genocídio. Noutro, um grupo de meliantes estrangeiros – embora não haja indícios que existam patifes de outras nacionalidades entre nós – assaltou um banco no Alentejo.


Há, por outro lado, quem insista em argumentar que não há cá nada insegurança nenhuma. Tudo não passa de sensações alimentadas pela extrema-direita fascista, racista, machista, populista, misógina, xenófoba e o que mais vier à cabeça dos alucinados de turno. Gente que, admito, pode ter toda a razão quanto a essa cena da segurança. É que, no primeiro caso, a gaja mal apessoada conseguiu vender as tretas delas e sair dali com as carnes intactas. Sem, sequer, dando oportunidade a que alguém lhe atirasse com um dicionário a cima. Na segunda situação, creio, existirá um equivoco. Os cavalheiros vindos da estranja para salvar a segurança social apenas quiseram apressar as coisas fazendo uma contribuição mais avultada. Acelerar o salvamento, no caso. E quanto aos alentejanos desocupados que filmaram a cena toda, que se ponham a pau com essa patetice da protecção de dados ou lá o que é.

10 comentários:

  1. Contrapondo a frase inicial, dita sabe-se lá por quem, eu diria que a segurança em Portugal já não é o que era desde que se abriram as portas a tudo quanto é bicho-careto. Não me refiro aos imigrantes que, para não morrerem de fome no seu país de origem, têm de vir "a salto" - como tantos portugueses o fizeram.

    O mal está nos terroristas, que se infiltram entre eles, ou seja, aqueles que espalham o terror matando indiscriminadamente e assaltando os velhotes que não têm como se defender, bem como todo o tipo de crimes,
    Resumindo e concluindo, o terror e a insegurança, chegaram a este cantinho à beira-mar plantado.

    Boa semana!

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  2. Manuel da Rocha7:31 p.m.

    Isso é igual aqueles influencers, que reclamam "As pessoas bebem 5 cafés, por dia, vão morrer 8000000 vezes, por terem a tensão alta, mais outros problemas." No post seguinte, "Compre 600 cápsulas de café XXXXXXXXXX, por OOOOO€, de intensidade 15, com oferta de 50 cápsulas. Grande promoção, aproveitem."
    É o mesmo, da extrema direita e da comunicação social. Primeiro são 8000000000000000000000000000 crimes, diários, com 54000000 mortos e 40000000 feridos graves. E a prova são os 30000000 artigos, dos meios de comunicação social e os 870000000000000000000000000000000 posts, 99,9999999999999999999%, feitos pelos próprios. Com as redes sociais, é fácil ver, que 60000 milhões, de portugueses, foram vítimas de crimes violentos, assim com 9000000 milhões, ficaram feridos (e não tiveram assistência, porque não pagavam 10000 euros, do seguro de saúde, anual).
    E há mais... a extrema direita defendem que 20000 milhões, de turistas, passem, por Portugal, anualmente mas, é só se gastarem 5000 euros, por semana. Se não gastarem, não podem cá vir. Olhe para a Holanda. O amigo quis fazer isso, não conseguiu, porque iria provocar, uma descida de 19,6%, na economia, foi assobiando, até se assustar, porque perdeu 9%, nas sondagens. Que fez? Deu 7000000 facadas, nas costas, do primeiro-ministro e vá de prometer aquilo que não podia fazer... subiu 3%, de imediato.

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  3. É tão errado dizer que vivemos num país inseguro como ggarantir que não existem problemas. Há e não são pouco. Mesmo em terras pequenas como a minha as coisas já não são o que foram e, obviamente, deve-se à impunidade em geral de que tanto aproveitam os de cá como os que chegam todos os dias. E não, não se pense que apenas os bonzinhos nos procuram. Vem cá muito filho de muita mãe.

    Bom fim de semana!

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  4. Meloni (e seu partido e seu Governo) aprova lei anti-ocupas e esquerda protesta ocupando o Senado italiano(canal Roberto Crobu). Giorgia Meloni aprueba una **ley de seguridad nacional** que endurece las penas contra los **okupas** en Italia. La **oposicion** responde con protestas, reflejando la tensión en la **politica**. Este **debate** sobre la legislación italiana genera controversia.
    https://youtu.be/xzfn9VPOwGw?si=gRDOB86MqDWemn3_

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  5. Anónimo11:27 a.m.

    Há problemas, e não me parece que com medidas como a do Montenegro ajude ou resolva o problema criado por ele e pelos anteriores partidos.
    Trazer mais imigrantes como já vi, os tais que pagam a nossa segurança social, em 1 imigrante:
    - Para alem dele
    - Veio a esposa que não trabalha
    - Os pais que não trabalham, talvez já reformados não sei
    - E os três filhos menores que obviamente também não trabalham

    Em 1 que entrou são mais 6, mas só 1 é que contribui para a tal magnifica "segurança" social.

    Se a solução de Montenegro e do Mário Centeno, do Bloco, do PCP e do Livre é trazer imigrantes o que é que estão á espera, tragam os do EUA todos, os de Taiwan, os Chineses todos, e estamos todos salvos! Salvos! Mas como é que ninguém se lembrou disso antes.

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  6. A julgar pela falta de interesse da comunicação social por Itália - e pela Argentina, já agora - presumo que aquilo esteja a correr bem. Que nos sirva de exemplo.

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  7. Eu desejei Boa semana, a uma sexta-feira?
    Devo andar baralhada com os dias, é o que é!
    Bom domingo!!

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  8. O país não está preparado para uma invasão desta dimensão. A verificar-se, o chamado reagrupamento familiar vai rebentar com o resto. Não existem infraestruturas, públicas e privadas, para tanta gente. Nem, sequer, é possível construi-las nos anos mais próximos. Para além de tudo o resto...

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  9. O problemas destas coisas é que a maior parte da malta anda entretida com entretenimentos. Excesso de televisão pública, com coisinhas divertidas e politicamente correctas, dá-nos uma ideia errada do país. Qualquer bom médico recomendará seguir a CMTV e a NOW. Pode funcionar como purgante, mas ajuda.

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