Cada um sabe de si e Deus – esse amigo imaginário no âmbito das divindades – sabe de todos. Daí que apenas a criatura e o Deus da sua predileção saibam os contornos da situação que motivou o seu autor a elaborar, trepar ao poste e afixar o cartaz apelando à não micção naquele lugar. O odor e o pulguedo poderão constituir as principais razões. O triste espectáculo proporcionado pela incontinência dos que ali se viam obrigados a mudar a água às azeitonas, poderá ser outra.
Curiosa é a altura do solo a que foi afixado. Quase parece que existiu o receio que fosse removido. Com razão, provavelmente. Presumo que ninguém mije com a tranquilidade que o momento exige a olhar para uma placa com a inscrição “não urinar”. Até deve fazer mal à bexiga.

Na minha rua há muitos que o fazem sobretudo os bêbados para além de outras m***
ResponderEliminarBeijos e um bom dia
É geral, por cá é a mesma coisa. Até aqui onde moro, um bairro sem tascas por perto, já mijaram na parede da vizinha do lado...
EliminarCumprimentos
Não urinar no poste ou num desses cubículos, tão apropriados para o efeito?
ResponderEliminarSaudações com bexiga saudável e domesticada!!
No poste. O espaço circundante agora está ocupado pelo estaleiro de uma obra que estão a fazer naquela zona.
EliminarCumprimentos
quando os camones levam na tromba, fala-se de tudo menos de coisas importantes
ResponderEliminarQuem é que levou na tromba?!
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