Nunca fui muito dado a essas coisas da religião. Daí que tenha pouco apreço pela figura do Papa e pouco me importa o que vai papagueando. Acredito que todos eles sejam ou tenham sido pessoas cultas, inteligentes e bem intencionadas. No entanto, talvez por força do oficio – do santo oficio, diria – a maior parte do tempo limitam-se a dizer banalidades. Condenar o uso da tecnologia na guerra é mais uma. Das piores, parece-me. É que o recurso ao desenvolvimento de novas armas, tecnologicamente mais avançadas e com maior precisão, tem evitado um número ainda maior de vitimas entre a população civil e contribuído para salvaguardar a vida dos soldados, ao substitui-los por máquinas no campo de batalha ou noutro tipo de missões.
Se quisesse ser mesmo mauzinho diria que, se calhar, até se compreende a posição do cavalheiro. Menos gente a entregar a alma ao criador, às tantas não será lá muito do agrado do patrão. Mas não. Não vou por aí, até porque não creio em divindades. O homem tinha de dizer qualquer coisa e aquilo saiu-lhe. De certeza que, lá nas profundezas dos infernos, os padres da inquisição riram-se.
Eu tenho a minha fé mas não pratico o bláblá de padres !Respeito todas as religiões e gosto muito de estar numa igreja vazia.Quanto aos Papas gostei do Francisco e o actual até agora não me diz nada apenas a sua serenidade!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
A religião é coisa que me diz pouco. Neste âmbito concordo com aquele tipo que garantia que "de todos os homens maus, os religiosos são os piores". Aliás, muitas das guerras ao longe da história - tal como no presente - a religião é a causa fundamental.
EliminarCumprimentos