sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Os pilha-galinhas e os outros
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Algures a nascente
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
O tgv não passa aqui...
sábado, 24 de novembro de 2007
Vândalos no parque
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Noticias desinformativas
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Pergunta irrelevante do dia
domingo, 18 de novembro de 2007
Cavernícolas vandâlos e/ou friorentos
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
A inveja
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
"Ervaslight"
terça-feira, 13 de novembro de 2007
A oração, a missa e a sesta.
domingo, 11 de novembro de 2007
A invasão
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Opções e consequências
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
RIP(II)
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
RIP
Como de outras vezes já escrevi, os blogs nascem em Estremoz como cogumelos e desaparecem quase à mesma velocidade. É certo que o timing da sua existência, ou actualizações, é da inteira responsabilidade/vontade dos respectivos editores, que disso não tem de prestar contas a ninguém.
Antes que alguém, como o outro do aldeola, diga que sou xenófobo, racista ou, até mesmo me tente insultar, lembro que não tenho nada a ver com isso e, se trago este tema à colação, é apenas porque vejo sempre com alguma pena o desaparecimento de blogs que prometem uma boa polémica.
domingo, 4 de novembro de 2007
Romaria modelo
sábado, 3 de novembro de 2007
Sanear é preciso
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Dá muito trabalho arranjar um "nick"?!
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Dia Mundial da Poupança
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
O comentador desgraçado
sábado, 27 de outubro de 2007
Audiências
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Vernissage
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
A fome presente e a fartura futura
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Espelho meu...Quem é mais vândalo que eu?
Apesar de aparentemente inofensivos os sinais de trânsito são um alvo frequente da fúria de uns quantos energúmenos que por aqui vão vivendo a sua vidinha inútil, miserável e à qual, para bem da sociedade, se recomenda que ponham urgentemente um fim. Triste de preferência.
Desta feita coube a um espelho, colocado num cruzamento da cidade, ser atacado. As causas do ataque são desconhecidas mas, calcula-se, que reflectiu uma imagem de que alguém não gostou. Oxalá tenha sete anos de azar. Ou até mesmo mais!
domingo, 21 de outubro de 2007
Diz que é uma espécie de racismo positivo
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Lisboa profunda
A expressão “Alentejo profundo” utilizada quase sempre sem nexo, por ignorantes armados ao pingarelho, irrita-me solenemente. Aborrece-me, desagrada-me e é uma coisa que me chateia.
Mais uma vez, a propósito de um estudo recentemente divulgado e que associa a pobreza à desertificação, é dado o exemplo, em várias análises que se fizeram ao dito trabalho, de “S. Bento de Ana Loura freguesia do concelho de Estremoz, lá no Alentejo profundo...”.
Desconheço que unidade de medida é utilizada por estas bestas para medir a “profundidade” de um determinado local ou região do país, desconfio no entanto que, seja ela qual for, não está normalizada. Ou então nunca foi utilizada em zonas como o Bairro do Cabrinha, Musgueira, Chelas, Cova da Moura, Quinta do Mocho e outras lá para os lados da Lisboa profunda...