ALCAÇOVENSE 5-5 CFE (BENJAMINS B)
Há 9 horas
Blogue de opiniões irrelevantes nem sempre fundamentadas
Quando alguém toma uma atitude mais corajosa ou manifesta de forma desassombrada o seu ponto de vista, nomeadamente quando em causa estão questões melindrosas ou polémicas, é usual dizer-se que teve, ou tem, “tomates”. Metaforicamente, claro. Porque os “tomates” em causa são os testículos e não o fruto do tomateiro.
Ora é contra o uso dessa expressão que hoje me insurjo. Acho até que - em nome da igualdade do género, da não discriminação e de outras coisas que agora não me ocorrem - tal dichote devia ser erradicado da linguagem corrente. Mais. O seu uso, por claramente discriminatório, poderia ser considerado como um insulto para com aqueles que não os têm ou, mesmo tendo-os, é como se não os tivessem.
Esta expressão parece limitar a um grupo restrito de elementos da sociedade o exclusivo da coragem e da frontalidade. Enquanto se enaltece a masculinidade esquecem-se valores essenciais como a feminilidade e outros menos comuns resultantes de opções esquisitas agora tão em voga. Podíamos, por exemplo, começar a introduzir – ou vulgarizar para não ferir susceptibilidades - no léxico nacional ditos como “teve ovários…” se nos quiséssemos referir à coragem de uma mulher, ou “teve recto…” se pretendêssemos elogiar a frontalidade de um panasca. Poder, podíamos e se calhar até era a mesma coisa.
Embora em Portugal ainda não seja comum, há já quem ganhe bastante dinheiro com os blogues e, até mesmo, quem se dedique a esta actividade a tempo inteiro e dela faça profissão. Claro que num “mercado” como o português - apesar dos louváveis esforços do governo no sentido de massificar o acesso à internet – não é fácil conseguir um número de visitas mensal que permita obter uma rentabilidade sequer satisfatória, quanto mais a dedicação em “regime de exclusividade”. Mesmo blogues de topo, como o Arrastão, o Blasfémias, o 31 da Armada e outros, não vão além das três ou quatro mil visitas diárias o que fica a anos-luz do milhão de visitantes mensais de muitos congéneres brasileiros e norte americanos cujos autores arrecadam, ao que se escreve na Net, avultadas somas resultantes da publicidade. Segundo alguns estudos, nos Estados Unidos haverá quase tantas pessoas a viver da blogosfera como advogados. Coisa que, à luz da nossa realidade, se torna difícil de entender.
Por cá não existem dados que permitam aferir se existirão ou não muitos profissionais nesta área. No entanto alguns rumores – apenas rumores porque ninguém se confessa – apontam para a existência de um número ainda pouco significativo, mas em franco crescimento, de gente a tentar tirar partido de todas as potencialidades que estes novos meios de comunicação proporcionam. Pena que a nível nacional estejam ainda a ser dados os primeiros passos na exploração deste segmento publicitário e, mesmo assim, apenas por pequenas empresas que só muito lentamente conseguirão ir ganhando algum espaço. De lamentar também que o “Sapo”, a Cofina e outros não abram o mercado da publicidade contextual à afiliação e continuem a apostar na sua inserção somente nos seus sites.
Quanto ao Kruzes Kanhoto, dois mil e nove foi um ano negro relativamente a esta matéria. Primeiro, provavelmente em consequência da crise, se ter verificado uma baixa acentuada do valor dos anúncios do adsense e, posteriormente, pela exclusão por razões muito mal explicadas do dito programa de afiliados. As alternativas ao programa da Google, embora sejam muitas, são de rentabilidade quase nula. Nomeadamente para um blogue que apenas publica um post por dia e não vai além dos cento e cinquenta a duzentos visitantes diários. Acalento, no entanto, expectativas que as coisas melhorem e que os meus leitores reparem um pouco mais nos anúncios que por aqui vão aparecendo…
Sei que por cá ninguém lê blogues. Não espero, por isso, que quem tem cão leia o Kruzes. Contudo desconfio que um daqueles cães a quem só falta falar, como gostam de afiançar os donos babados perante as façanhas dos seus filhos de quatro patas, anda a ler o que por aqui escrevo acerca dos dejectos que os da sua espécie vão largando à minha porta. Pena que o desgraçado só leia. Era melhor que falasse. Assim podia ofender-me em lugar de escolher esta miserável forma de pressão.
Durante meses, anos até, refutei a existência de qualquer tipo de pressão contra os autores dos blogues de Estremoz. Cheguei, inclusivamente, a garantir que isso não era mais que um pretexto mal amanhado para deixar de escrever depois de esgotada a inspiração ou atingido o objectivo a que se tinham proposto e agora… fazem-me isto! Há três ou quatro dias, invariavelmente a cada manhã, lá está um valente monte de merda bem à minha porta. O que, em meu entender, constitui uma tentativa – inútil garanto desde já – de me pressionar, intimidar e de silenciar o meu protesto relativamente a esta matéria. Mole, asquerosa e onde me apetecia enviar o focinho do dono e a tromba da dona.
Há quem não se incomode com o crescente avanço da influência islâmica no ocidente, em particular na Europa, e veja até a progressiva islamização do velho continente como algo de positivo na medida em que contribuirá para enriquecer a nossa diversidade cultural. Não comungo dessa ideia, não me canso de o afirmar e, com as poucas armas que tenho ao meu dispor, lutarei contra ela até ao último dos meus dias. Ainda que os admiradores da esquerda moderna, progressista e bem pensante me condenem por isso deverão ter, pelo menos, a honestidade intelectual de reconhecer que é um direito que me assiste. Embora, nessas coisas dos direitos, a esquerdalha e os ditadorzecos do politicamente correcto manifestem uma selectividade tão estranha como os seus princípios…
Se por cá os sinais de afirmação do islão ainda não são preocupantes o mesmo não se pode afirmar de outras regiões da Europa. Em França, por exemplo, as reivindicações dos seguidores dessa ideologia estão a atingir níveis que vão muito para além do razoável e, em muitas circunstâncias, colidem com o modo de vida dos franceses pondo mesmo em causa direitos, liberdades e garantias que eram dados adquiridos para qualquer ocidental.
Segundo relatos da imprensa francesa em algumas empresas os trabalhadores de origem muçulmana exigem a retirada dos menus que incluam carne de porco das respectivas cantinas. Isto porque não aceitam que seja confeccionada ou consumida carne daquele animal no local onde tomam as suas refeições. As reivindicações atingem o ridículo de exigir que as empregadas que os servem estejam devidamente cobertas e não ostentem decotes ou os braços destapados! Também algumas piscinas, pavilhões e outros equipamentos desportivos municipais, por pressão da mourama, adoptaram já horários diversificados para homens e mulheres.
É, como se vê, o regresso à ditadura, ao fascismo e à idade das trevas. À substituição da democracia pela “sharia”. Tudo com o beneplácito da esquerda, dos que advogam a tolerância e dos multiculturalistas. Ou dos traidores, como prefiro considerá-los. Cobardes que não se cansam de escrever e falar em nome de amanhãs, mas que se preparam para deixar aos seus filhos um mundo que em nada honra a memória dos seus pais e dos seus avós.
Os argumentos recentemente apresentados como justificação para o aumento do preço da electricidade em quase três por cento, muito acima da inflação e dos aumentos salariais previstos, são uma verdadeira ofensa à inteligência dos portugueses. Lamentavelmente não se registaram reacções significativas a este anúncio, o que me faz pensar que andamos todos distraidos ou então já ninguém liga às parvoíces com que nos vão enganando.
Justificar o aumento do preço com o facto de se ter verificado uma quebra no consumo parece-me de muito mau gosto e uma desculpa de mau pagador. Ou, no caso, de mau vendedor. Principalmente quando existem estímulos de vária ordem, nomeadamente governativos ao nível da concessão de benefícios fiscais, para o uso de energias alternativas que substituam o consumo da energia eléctrica fornecida pela EDP.
Para irem ainda mais ao fundo do bolso podiam ter arranjado explicações mais convincentes. Por exemplo que os ordenados principescos dos administradores, as inúmeras viaturas de serviço ou alguns investimentos megalómanos terão de ser pagos por alguém. Os do costume, de preferência. Já estão habituados.
Para gáudio de uma certa malta o governo aprovou finalmente as alterações legislativas que vão permitir alargar o âmbito do conceito de casamento. Haverá, calculo, muita gente a rejubilar com mais uma sábia medida, do não menos sábio, líder do mais genial governo de todos os tempos. Exceptuando, talvez, o que nos governou nos últimos quatro anos e meio. Por mim hesito em rejubilar. Isto porque estou inteiramente de acordo com a decisão do governo, embora simultaneamente de opinião contrária e, por outro lado, é coisa pela qual manifesto mais profundo desprezo.
Concordo porque é bom para a economia. Toda a indústria casamenteira, chamemos assim, terá um incremento significativo no seu volume de negócios e, com certeza, isso irá gerar mais uns quantos postos de trabalho. A conflitualidade conjugal e a decorrente litigância sofrerá igualmente um acréscimo, o que motivará uma maior actividade nas áreas de negócio ligadas à justiça e ao direito. Finalmente também o Estado, como não podia deixar de ser, sairá a ganhar. Dois paneleiros ou duas fufas que decidam casar irão pagar substancialmente mais irs do que pagariam se continuassem solteiros. Logo, também pela via fiscal, esta parece uma medida positiva.
Por outro lado estou-me nas tintas. Eles que façam o que muito bem lhes apetecer com o rabiosque, simulem o que quiserem, brinquem ao faz de conta, casem, briguem-se e paguem mais impostos que, desde que não me chateiem, é coisa que não me interessa.
O desagradável desta nova realidade terá mais a ver com aspectos burocráticos. Imagine-se que alguém, no preenchimento de um qualquer formulário, pergunta a outrem se é casado e, perante uma resposta afirmativa, se com um homem ou com uma mulher. Isto enquanto a lei não contemplar o direito ao casamento entre espécies, claro. Não sei como a maioria das pessoas normais reagirá mas, quanto a mim, dou-lhe um murro nos cornos. Ou, pelo menos, fico com vontade de lho dar.
A construção da nova Igreja de S. Francisco Xavier, no Restelo, em Lisboa, está a motivar acesa polémica. O projecto, que apresenta a igreja em forma de caravela dourada, tem motivado reacções negativas que colocam em causa, entre outras questões, a sua localização, volumetria e altura de uma das torres do edifício.
Podem até todos ter razão. Provavelmente terão. A mim, que não sou muito dado a essas coisas da religião nem aprecio fundamentalismos de qualquer espécie – sejam eles urbanísticos ou religiosos – fica-me apenas a dúvida se, caso se tratasse da construção de uma mesquita com um minarete, os que agora contestam manteriam a mesma posição. Talvez um destes dias venhamos a descobrir…
Esta zovem, provavelmente a soldo do capitalismo e do imperialismo ocidental, quase de certeza também dos interesses americanos no petróleo da zona, insulta de forma vil o Presidente do seu país, democraticamente eleito pelo povo em eleições livres e justas. É perante coisas destas que me apetece dizer: “O fascismo não passará!”. Ou, em alternativa, “o multiculturalismo é uma coisa muito linda”.
Claro que esta atitude seria muito mais valorizável se o gesto fosse destinado a um suíço e a zovem lutasse pelo seu direito inalienável a ver construídos muitos minaretes nas terras helvéticas, lugares habitados por gente sem cultura e reaccionária como o caraças, mas é o que se pode arranjar.
Curioso como os protestos de rua e a brutal repressão que foi exercida sobre os manifestantes que em Teerão lutam pela liberdade, contra o regime ditatorial e criminoso dos ayatollahs, não merecem da esquerda nem da intelectualidade bem pensante qualquer referência nem suscitem entre os habituais defensores das lutas latino-americanas ou palestinianas o mais ténue protesto.
Foi com algum entusiasmo e muita expectativa que me inscrevi no Programa “Novas Oportunidades”. Pretendia, pela via do RVCC - Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências - concluir o ensino secundário que, em resultado de uma mistura de inépcia natural para a matemática e uma irresponsabilidade que hoje tenho alguma dificuldade em compreender, ficou por concluir desde o tempo em que era suposto e normal ter sido concluído. No entanto, após o primeiro contacto com o referencial que alguém se lembrou de elaborar para servir de guia a este programa, o entusiasmo esmoreceu e a expectativa transformou-se em frustração. Contrariamente ao anunciado e que seria expectável, o RVCC não se trata de reconhecer a aprendizagem que o formando efectuou ao longo do seu percurso de vida e certificar esses conhecimentos em termos académicos. Pretende-se antes que se relatem experiências, nem interessa se verdadeiras, e se escreva, de preferência muito, sobre temas variados. No meu caso, devo fazê-lo sobre temas tão diversos como o aparelho de telex, com que trabalhei na tropa, a importância e evolução dos electrodomésticos ou, algo tão relacionado com o meu percurso profissional, como o tema “Educar hoje”. Evidentemente que, acções deste tipo, têm como finalidade aumentar estatisticamente o nível académico da população e premiar com o diploma do ensino secundário quem, ainda que pouco ou nada saiba, tenha algum jeito para contar histórias. Nem que sejam da carochinha. Ou do Noddy.
As causas da esquerda têm o condão de me aborrecer. Por norma são incoerentes, parvas e quase sempre os seus defensores mais não pretendem do que dar ares de gente muito evoluída intelectualmente. A evolução é de tal ordem que acham inadmissível que alguém ouse discordar das suas ideias ou pense de maneira diferente. É o caso dos suíços. Tiveram a ousadia de rejeitar a construção de minaretes no seu país – sim, no seu, não noutro qualquer – e têm agora a intelectualidade bem pensante europeia a acusá-los de racismo, xenofobia e islamofobia.
A admiração da esquerda e dessa malta urbana, de superior formação cívica e de consciência social a toda a prova, relativamente à ideologia islâmica deixa-me perplexo. Sabe-se que é entre esta gente que se encontram os principais defensores dos direitos dos homossexuais e de outro pessoal com gostos e práticas esquisitas. Ora, sabendo-se igualmente o tratamento que nos países onde vigoram regimes islamitas é aplicado a quem tem essas tendências, parece-me que existe uma clara incoerência na protecção que reclamam para os costumes islâmicos no ocidente.
Há quem se declare anti-comunista. Ou anti-fascista. Por mim não tenho qualquer tipo de preconceito em me declarar anti-islâmico. Enoja-me esta ideologia e tudo o que com ela está relacionado, considero as suas práticas próximas da demência e desejo vê-las o mais longe possível do lugar onde vivo.
Não posso deixar de estranhar que gente que enche a boca de conceitos como a igualdade entre homens e mulheres aceite de bom grado, trate como igual e reclame o direito à propagação das suas ideias, gente que considera as mulheres como seres inferiores. Quanto a mim não tolero que alguém pense que sou filho e pai de alguém inferior. Se outros aceitam lá terão as suas razões…
É por demais evidente quanto o actual Partido Socialista convive mal com a democracia. Nisto incluo os actuais dirigentes, os militantes e até os próprios apoiantes. Não suportam as críticas ao líder, que para eles constitui uma espécie de Deus, e tudo o que lhes cheire a opinião divergente da doutrina oficial, passada ou presente, soa como uma heresia ou um vil ataque com o fim exclusivo de prejudicar o partido. Ou o país, não tem bem a certeza. Como se o desejo de ver este canto progredir e tornar-se um lugar melhor fosse um exclusivo seu. Este estado de paranóia é de tal ordem e ameaça atingir tais proporções que, sinceramente, começo a recear pela saúde mental de muito boa gente.
Por muito que isso lhes custe, as instituições, não só as judiciais mas todas as outras, vão continuar a funcionar sem que, agora, as possam controlar de forma absoluta. A comunicação social, ainda que refém de um mercado publicitário onde o PS tem uma “voz” demasiado poderosa, não poderá ser toda silenciada e a blogosfera continuará a não ser passível de sofrer qualquer tipo de controlo.
Neste contexto os apaniguados do actual directório socialista – que não confundo com o Partido Socialista que lutou na rua pela liberdade e pela democracia – o melhor que fazem é manter o fair-play e não se amofinarem com as críticas. Nem com as piadolas do Kruzes. Que, como não me canso de salientar, para além de não deverem ser levadas a sério, são apenas opiniões irrelevantes nem sempre fundamentadas.
Qualquer reportagem, inquérito de rua ou outra forma de auscultar a opinião daqueles que vendem alguma coisa revela que os portugueses compram pouco porque, garantem os vendedores, não tem dinheiro. Quase todos se lamentam dos ordenados baixos da generalidade dos trabalhadores o que, de uma ou outra forma, faz com que o seu negócio se mostre cada vez mais inviável por falta de poder aquisitivo dos potenciais compradores.
O mesmo acontece com os que produzem os bens que os primeiros nos vendem. Consumo em queda, matéria primas em alta, concorrência dos países emergentes e outras coisas que ficam por dizer mas que facilmente se adivinham de tão óbvias, constituem o leque de motivos que tem levado ao longo dos últimos anos ao desaparecimento de grande parte do tecido produtivo nacional.
Perante este cenário não deixa de ser espantosa a posição veiculada pelo Fundo Monetário Internacional – presidido, tal como o Banco de Portugal, por um socialista – relativamente à politica salarial a seguir pelo governo português. Reduzir os já de si parcos vencimentos dos funcionários públicos poderia constituir uma catástrofe de dimensões difíceis de imaginar, nomeadamente em pequenos concelhos do interior onde a esmagadora maioria da população activa trabalha na autarquia e nos poucos serviços públicos que lá existem. Qualquer diminuição do seu poder de compra representaria o colapso do tecido económico local em vastas zonas do país, com todas as consequências que são fácies de adivinhar. Por todos menos por aqueles que conhecem melhor as câmaras de televisão do que a realidade em que vivem as pessoas que tem de aturar as suas teorias parvas.
A nova promoção do Sporting, “Gamebox Duo”, está a deixar as bichas lagartonas irritadas com o seu clube do coração. Isto porque o produto colocado à venda, que mais não é do que uma promoção tendente a levar mais mulheres ao estádio, apenas é vendido a casais de sócios que queiram ter descontos na aquisição de lugares anuais no Estádio de Alvalade.
Como não podia deixar de ser houve quem reagisse mal e visse um claro propósito discriminatório na intenção dos dirigentes leoninos por a promoção não abranger um par de criaturas – não um casal que isso é uma coisa completamente diferente - que mesmo sendo associados do clube tem a particularidade de ambas possuírem um pirilau a que não sabem dar uso.
Absolutamente extraordinário é que gente aparentemente tida como séria e inteligente, ligada ao Sporting, veio já contestar a limitação desta promoção a casais, questionando, inclusivamente, a sua legalidade. Para além de não quererem perceber que está apenas em causa uma estratégia de marketing, parece pretenderem colocar a instituição numa posição deveras embaraçosa. É que a vingar a tese da “não discriminação” os leões tornar-se-iam em pouco tempo no clube com mais sócios larilas do planeta. Para aproveitar o desconto proporcionado pela “Gamebox Duo” acredito que seriam muitos os lagartos a comparecer nos locais de venda de mão dada com o parceiro das idas à bola e capazes de jurar que “arrecadam a costeleta” desde que fazem a barba.


